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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Newton, Quântica e casamentos

Pensar casamentos e divórcios obriga-nos a pensar nos paradigmas que nos envolvem, condicionam e dos quais ficamos e somos aditos. (ver o último § "Amor segundo os paradigmas")

Numa simples analogia:
O nosso destino é nadar dentro dentro do nosso "aquário de ideias" (os paradigmas), obedecer-lhe e viver como ele consente. 
A alternativa é saltar cá para fora e ir para outro aquário (por ex., mudar de religião, de partido, ou de casamento,..):

Duas histórias, a do Manuel e a do Joaquim

O Manuel e o Joaquim têm 30 anos, nascem e vivem em culturas diferentes, mergulhados em diferentes "bolhas de ideias".

O Manuel foi ensinado que quando tem dores é porque uns bichinhos (micróbios) entraram dentro dele e lhe estão a fazer mal. 
Há uns "sábios" que vestem bata branca e andam com uns tubos ao pescoço para escutar cá por dentro e sabem matá-los com umas "coisas" que nos dão para engolir. Essas coisas chamam-se remédios.

O Manuel nunca viu nenhum micróbio e essas coisas parecem-lhe farinha, mas ele tem FÉ, anda feliz, contente, ensina isso ao filho porque seu pai também lhe ensinou.


O Joaquim foi ensinado que quando tem dores é porque há umas alminhas que andam à sua volta a "chatear" e a dar-lhe dores.
Há uns "sábios" que vestem uns colares, andam com caixas para fazer ruídos, sabem assustar essas alminhas e fazê-las fugir. Mas ele tem que ajudar e por isso deve dançar à luz da Lua para terem medo dele.

O Joaquim nunca viu nenhuma alminha e esses ruídos parecem-lhe barulhos esquisitos, mas ele tem FÉ, anda feliz, contente, ensina isso ao filho porque seu pai também lhe ensinou.


Um dia, o Manuel e o Joaquim têm dores, um toma remédios e o outro dança debaixo da Lua. 
Qual a diferença entre eles? 

São exactamente iguais, só tiveram pais diferentes que ensinaram coisas diferentes.
Ambos são felizes com os seus pensamentos e não querem outros, ficaram aditos (ver § sobre "mecanismo das emoções"), isto é, fanáticos a querer convencer todos das suas ideias e a fazer guerras contra os descrentes e sacrílegos. Assim nascem tribos, religiões, políticas e…casamentos.
E cada um de nós?? Dançamos à Lua ou tomamos remédios? Só depende do que nos ensinaram, dos enlatados com que nos alimentaram. 
Na verdade, somos "peixes" dentro dos nossos "aquários de ideias" e a nossa liberdade é andar lá dentro…mas o nosso destino é  SAIR DELES. Chama-se EVOLUÇÃO.

Existem enlatados-base que suportam outros enlatados operacionais, tecnicamente chamam-se PARADIGMAS. São uma espécie de SISTEMA OPERATIVO (tipo Windows, Mac, Linux, etc) com os quais se constroem os modelos de fazer e pensar (o Software que usamos). 
Estes paradigmas não dizem como se decide ou como se faz, apenas definem as fronteiras, as áreas permitidas/proibidas e o método de pensar.

Tirem-nos os paradigmas e ficamos perdidos SEM SISTEMA OPERATIVO, parecemos um computador sem software,  com o "écran azul da avaria" à espera do técnico. Instalem-no de novo e a angústia desaparece (vidé a calma certeza do fanático e/ou do convertido).

As gerações que encontram um paradigma bem instalado e morrem com ele ainda em vigor têm uma vida feliz, sem angústias existenciais. A necessidade de FÉ começa quando temos que escolher um dos vários que aparecem…e até fazemos guerras por causa deles. Mudar o paradigma ou defendê-lo é o papel dos missionários (os que assumiram uma missão)…religiosos, políticos, matrimoniais, psiquiátricos...

Sejamos claros, ter FÉ e defender um deles é apenas porque ele foi (é) a "bolha de ideias" onde vivemos, que assumimos pelo mecanismo das emoções e ficámos aditos. 

O mecanismo das emoções é simples (?!?!?), os pensamentos criam emoções e estas criam neuropeptídeos específicos para cada uma. Estes neuropeptídeos percorrem a corrente sanguínea e ligam-se a moléculas, adaptando estas às suas características. Depois estas só querem esses neuropeptídeos, ou seja, "exigem" essas emoções, ou seja, "exigem" esses pensamentos. Nasceu o adito fanático com o "vício" (felicidade??) dessa emoção. (ver recentes pesquisas sobre "Moléculas da emoção") 
PS - O divórcio é um instrumento social que legaliza o fim de um aditismo emocional (a paixão amorosa).
No plano geral, na cultura europeia distinguem-se três épocas de paradigmas, ou "úteros mentais", em que as pessoas baseiam a vida e justificam o que fazem:

Paradigma Mágico-religioso
Paradigma Newtoniano 
Paradigma Quântico 


A - Paradigma Mágico-religioso

O Paradigma Mágico-religiososo sustentou e condicionou o pensar Europeu durante milhares de anos, "controlando" as sociedades na sua vida quotidiana, não só na política, economia, ciência, religião, como também nas técnicas particulares de agricultura, beleza, saúde, etc. 
Os princípios desta "bolha de ideias-base", nas quais as pessoas se apoiavam para viver e das quais não se atreviam a sair, são:



1- O Poder Divino é a causa e a explicação de tudo o que acontece;
2- Na Terra tudo é feito de 4 elementos: AR, FOGO, ÁGUA,TERRA;
3 - O "fogo" e o "ar" muito leves sobem e no Céu juntam-se criando o 5º elemento, o ÉTER;
4 - Tudo o que está no céu (estrelas, lua, planetas,...) é feito de "éter";
5 - A Terra é o centro do universo, tudo anda à sua volta;
6 - É o Poder de Deus que move tudo;
7 - A Terra é plana;
8 - Tudo o que contradiga ou negue estes princípios é sacrilégio.

O conhecimento e a sua procura só têm o objectivo, e só são permitidos, para glorificar Deus e confirmar os princípios mágico-religiosos em geral e da religião em particular.

A "educação" ensinada era, por exemplo:

- Tudo o que se move no "éter" é sustentado e empurrado por anjos;
- Os mortos têm que ser enterrados nas igrejas (terreno sagrado] por ser a porta da subida ao céu (daqui o difícil combate ás pestes);
- A causa de tudo o que acontece é Deus, tentar alterar os acontecimentos sem ser através de Deus é desobedecer-LHE, é sacrilégio;
- Quem consegue curar (ex., bruxas) têm ensinamentos diabólicos para contrariar a vontade de Deus e impedir o SEU plano. Quem cura e/ou se cura são excomungados, pois só Deus (ou os seus representantes) o podem fazer.
- Se se ultrapassa o limite do horizonte cai-se da Terra, "lá para baixo", e desaparece-se.

Como resumo, 
o eixo central do raciocínio da época é o conceito de causa-efeito não ter qualquer importância no raciocínio, visto que Deus é a causa de todos os efeitos. 
Os humanos são impotentes perante o que acontece, só lhes resta assistir e sofrer. Os representantes divinos na Terra (sacerdotes e reis) são a voz dos Deuses, desobedecer é sacrilégio, analisar causa-efeito é sacrilégio, julgar esses representantes é sacrilégio, sair do "aquário" é sacrilégio.




B - Paradigma Newtoniano 

No século XVII-XVIII, com Newton dá-se a 1ª Revolução Cientifica, que na verdade se traduziu num REVOLUÇÃO HUMANA, pois mudou-se o "aquário mental" em que se vivia, alterando o seu eixo central ao introduzir e priorizar o conceito de causa-efeito.
Os seus princípios foram:


1 - Princípio Mecanicista - Tudo é feito de pequenas partes com funções previsíveis e identificáveis que criam a função do Todo (modelo relógio). Um resultado indesejado é uma parte que tem um funcionar indesejado.
2 - Princípio do Determinismo - Para cada acção existe uma reacção oposta e igual. Qualquer resultado é determinado pela acção que o causou.
3 - Princípio da Separação - Observador e Observado são entidades distintas, independentes e sem mútuas influências.
4 - Princípio do Resultado Lógico - Os efeitos acontecem num processo lógico e linear de causas anteriores. 

Em resumo, o conceito central é o de uma máquina constituída por partes identificáveis e previsíveis, cumprindo um determinismo lógico de causa-efeito e não sujeita a influências de Observadores.

Tem um corolário operacional. Nesta perspectiva quando o todo não funciona, pesquisam-se as partes constituintes e a "estragada" é substituída e tudo se resolve. Este processo torna-se o raciocínio base da vida quotidiana, do trabalho, á família e à vida pessoal.

Assim, neste Paradigma a "Acção" (substituindo a crença) é o seu elemento fundamental. 
Ela é o elemento causador da activação da lógica. A lógica com a sua causa-efeito é o centro do raciocínio. Se o resultado não é o desejado, procura-se a parte que o contradiz e age-se sobre ela. AGIR É O SEGREDO DO SUCESSO.

Como Observador e Observado são "coisas" distintas, a lógica é sempre observável e pensável por um observador isento que não interfere: o cientista. O seu papel é perseguir a lógica para trás até encontrar o ponto crítico (diagnóstico) e agir para alterar a parte defeituosa (activismo). Diagnóstico e activismo são a "religião" quotidiana.

Nasceu uma nova raça de humanos, os humanos científicos, que invadem todos os ramos do saber (engenharia, economia, medicina, negócios, política,…) com esta nova "religião", o Paradigma Newtoniano.

Ele fica actuante desde Adam Smith, Thomas Jefferson, Frederick Taylor, Karl Marx, Lenine, Charles Darwin, Sigmund Freud até muitíssimos outros na actualidade, inclusive nós próprios no nosso quotidiano. Repete-se a situação anterior, apenas o Paradigma Magico-religioso foi substituído.

Ex., Freud
Sigmund Freud é um caso interessante do uso do Paradigma de Newton. A sua Psicanálise é a aplicação deste Paradigma ao raciocínio curativo dos doentes mentais.


O Principio do Determinismo e o Principio da Lógica causa-efeito dizem que, pesquisando para trás na lógica das acções anteriores que causaram o efeito, é possível identificar a acção disfuncional causadora, corrigi-la e anular esse efeito. 

Aplicando estes Princípios a um doente mental, significa examinar o seu passado (cujas acções originaram o que é hoje) descobrir a causa perturbadora (o trauma), corrigi-la e curar o doente. A psicanálise está criada. 
Fora dos Princípios do "aquário mental Newtoniano" a Psicanálise não seria o que é.
PS - A Psicanálise no Paradigma Magico-religioso é fácil, basta falar com os Deuses e convencê-los!! Mas, como será pensada a Psicanálise com o Paradigma Quântico ???

Como resumo, 
o eixo central do raciocínio desta época é a importância do conceito de lógica linear de causa-efeito.
Esta lógica tira a sua importância de ser a base dos mecanismos deterministas feitos de partes com funções especificas (modelo relógio). 
Observadores isentos e isolados têm o papel de diagnóstico da perda de lógica e do  activismo necessário para a sua solução. Deus desapareceu da metodologia.



C - Paradigma Quântico

Recentemente, surgiu a 2ª Revolução Cientifica, a Física Quântica que se traduzirá numa nova REVOLUÇÃO HUMANA, a pensar de modo diferente, tão distinta do pensar Newtoniano como este foi do pensar Mágico-religioso.
Se a Física Quântica não o assusta é porque não a percebeu!
Niels Bohr, Prémio Nobel Física, 1922
A Física Quântica refutou definitivamente o Princípio da Causalidade!
Werner Heisenberg, Prémio Nobel Física, 1932
Seguramente, posso dizer que ninguém entende a Física Quântica!
Richard Feynman, Prémio Nobel Física, 1965
Uma história:

Dizia o cientista ao colega:
- Estes ratos treinei-os muito bem, quando querem comida tocam a sineta. Nunca falha!
Dizia o rato ao colega: 
- Este cientista treinei-o muito bem, quando quero comida toco a sineta e ele dá-me. Nunca falha!
Obs. - Paradigma da Quântica "Observador e Observado não são separáveis, pois suas observações e expectativas fazem parte do objecto observado".
A lógica da causa-consequência varia consoante o observador e este faz parte do sistema observado, na verdade, é uma espécie de juiz em causa própria. 
Os princípios do paradigma da Quântica respondem a muitos dos problemas do paradigma de Newton:


1 - Principio do holismo -  A matéria é um Todo orgânico, unificado, isto é, o Todo é mais que a soma das partes, não é explicável pelas componentes juntas. 
Opõe-se ao Princípio Mecanicista.
2 - Principio da unidade -  Não há relação causa-efeito. Uma acção pode não ser causada por uma força nela incidente.
Opõe-se ao Princípio do Determinismo.
3 - Principio do Inseparável -  Observador e Observado não são separáveis, suas observações e expectativas fazem parte do Observado. 
Opõe-se ao Princípio da Separação.
4 - Principio da não-linearidade -  sistemas não são lineares, não há proporcionalidade efeito-causa, no universo não há sequência, correlação ou ordenação lógica
Opõe-se ao Princípio do Resultado lógico.

Estes princípios respondem às descobertas no campo da Microfísica, ao estudo das partículas subatómicas que constituem toda a matéria. Na verdade estas partículas não são partículas, não são tangíveis, não são físicas, são apenas possibilidades até que se manifestem, o que acontece quando são observadas. Então tornam-se partículas ou ondas, depende do observador. Numa palavra são apenas um puro potencial.
(ver as experiências, não conjuntas, dos Físicos Andrew Cleland e Aaron O'Connell)
O interessante deste paradigma é que como essas partículas constituem a matéria de que todos somos feitos, o paradigma também nos diz respeito. Nós somos um puro potencial a ser actualizado em cada momento, e não um efeito de causas passadas.
PS - Pois é, Sr. Freud Newtoniano talvez os humanos não sejam de modo algum um "relógio estragado por traumas" a ser reparado.
O mais estranho, pensando dentro do paradigma de Newton, é que no plano quântico é a intenção do observador que origina a possibilidade colapsada (saída do possível para uma forma real), ou seja, a intenção cria a realidade, o que é impensável no paradigma de Newton.

Huau!!… agora sei o que os nossos tetra-avós sentiram quando lhes disseram que a Terra não era plana, mas uma bola pendurada no espaço e com os chineses de cabeça para baixo do outro lado. Deve ser o que sinto agora quando a Quântica me entra pela porta dentro.
Possivelmente, os meus tetra-netos quando estudarem a quântica na Escola Primária devem pensar que: - "Coitados, nesse tempo ainda eram muito analfabetos, acreditavam em cada coisa!!"

Na verdade, se no sec XVII considerar a Terra redonda era pensar contra-natura, então hoje será lúcido pensar que a Quântica também é contra-natura? 
Ora se a História nos ensinou qualquer coisa, foi que pelo menos temos o DEVER de pensar nisso, quer acreditemos, quer não!


Amor segundo os paradigmas


AMOR Mágico-Religiososo:
- "Porque Deus assim o planeou..!";

AMOR Newtoniano:
- "Porque assim o construíram com as acções feitas...!";

AMOR Quântico:
- Porque essa é a intenção que actualizam em cada momento…!

Obs.- Se se reparar as duas primeiras são apenas formas diferentes de criar intenção, uma pela FÉ em Deus, outra pela Fé em acções.


No paradigma do Newton estar apaixonado é o resultado de um conjunto de acções anteriores que causaram este efeito. Estar des-apaixonado é o efeito causado por outras acções que provocaram efeito contrário. A perspectiva do "determinismo relojoeiro" domina o pensar e o sentir amoroso.

Portanto, apaixonar ou desapaixonar é um processo gerível a partir de acções de transformação provocadas nos processos causadores. Desta perspectiva nascem duas profissões: as casamenteiras para iniciar o processo e os terapeutas familiares para recuperar o que foi perdido. 
Em casos limites, a psicanálise também pode ser uma ajuda, mas é mais arriscado. Nunca se sabe se o "trauma" desvelado vai acelerar o casar ou o descasar.

Nesta perspectiva, o divórcio é uma consequência de peças avariadas, pelo que um casamento falhado terá que ir à oficina de reparações, isto é, ao terapeuta familiar. Se não se reparar, passa-se para o Paradigma Mágico-religioso e terá que cumprir o plano de Deus, isto é, aguentar por razões diversas (dever, filhos, dinheiro, família, amigos, etc).
PS - Se pensarmos que casar, tradicionalmente, é uma legalização e permissão social para relações sexuais, aquelas razões são um pouco da área da prostituição, ou seja, passa a ser uma relação sexual fora da esfera amorosa ou ainda pior na esfera "anti-amorosa".
Muitos dos traumas e conflitos de divorciados e famílias resultam desta perspectiva. Quando o divórcio não é de mútua vontade (não confundir com mútuo acordo) há um certo anátema que fica por lá aos saltos a cair em cima dos "defeituosos".

Porém no Paradigma Quântico, apaixonar-se não é uma espécie de mecanismo de causas-efeitos de peças ajustadas em que tudo funciona bem. 
Para a Quântica tudo é um campo de possibilidades que são "colapsadas"' momento-a-momento, isto é, passam da possibilidade ao real em função da intenção. 

A intenção é a energia subjectiva que se expressa em pensamentos, estes em emoções, estas em neuropeptídeos e estes em energia objectiva nas células  a que se ligam, transformam, e adaptam a si. Deste modo as células ficam "aditas" a esses neuropéptidos, ou seja, a essas emoções. Apaixonado é uma forma de "aditismo".
(Ver estudos sobre os neuropeptídeos e as emoções)

Estar apaixonado é um efeito directo da intenção-em-cada-momento (P. Quântico) e não um efeito de processos passados (P. Newtoniano). 
Como a intenção é um produto directo do Observador (P. Quântico), pois ele é inseparável da situação, a paixão é um produto do apaixonado e não do Objecto da paixão. Esta conclusão não é válida no P.Newtoniano com a sua separação Observador-Observado (q.e.d.).

Em conclusão:

O paradigma Newtoniano diz que a realidade é um conjunto de processos lógicos de causas-efeitos, obedecendo ao determinismo das suas LEIS. 
Pela acção, jogando com as Leis, podemos alterar os resultados. É uma espécie de "livre-arbítrio dentro do determinismo", ou "ser livre dentro da prisão".
Assim, se vivem os êxitos e fracassos dos casamento e divórcios, dos Romeu's e Julieta's, dos engates e desengates, das alegrias e tristezas.

O Paradigma Quântico diz que a realidade é um colapsar em cada momento das possibilidades existentes em potencial.
Pela intenção, expectamos uma possibilidade originando a sua activação. É uma espécie de "livre-arbítrio dentro das possibilidades", ou "ser livre dentro da liberdade".


PARA TERMINAR...

…se em cada salto civilizacional os nossos paradigmas mudam e com eles a nossa visão de nós próprios e do mundo, nós não somos uma Espécie Evolutiva, somos uma Espécie Mutante.


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